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igilantes fazem greve no Rio Grande do Norte e atendimento em agências bancárias é afetado

 

Vigilantes patrimoniais do Rio Grande do Norte iniciaram greve na última sexta-feira (21) para cobrar reposição e reajuste salarial. De acordo com o sindicato da categoria, várias agências não abriram no estado nesta manhã.

A paralisação começou às 6h. De acordo com o presidente do Sindicato dos Vigilantes do Rio Grande do Norte – Sindsegur, Pablo Henrique, os vigilantes estão aderindo ao movimento e muito embora empresas como a Interfort, tenham contratado intermitentes para o lugar de quem aderir à greve, o movimento está avançando.

Por falar nesta empresa, ela tentou na justiça liminar para que o movimento paredista fosse considerado ilegal, com o argumento de todas as possibilidades de negociação não haviam sido esgotadas, mas o juiz deu liminar contrária à empresa, considerando a greve legal. Além disso, declarou que: “Não podem os empregados assumir o ônus das dificuldades decorrentes da inaptidão da empresa em negociar de forma coletiva, visto que não se constata nos autos qualquer diligência, seja da empresa autora, seja do sindicato patronal, para minimizar as perdas de direitos decorrentes da não vigência da CCT de 2019/2020”.

É isso! A greve é fruto do descaso dos patrões, da falta de interesse em negociar, das propostas vergonhosas apresentadas, que além de intransigentes, tiravam direitos ou simplesmente usaram de artificio para empurrar a negociação em banho-maria, sabe-se lá até quando.

A Caixa Econômica e a Empresa Prosegur conseguiram interdito proibitório para manter as agências funcionando e enquanto isso, o departamento jurídico da entidade, segue tentando derrubar estas liminares.

O movimento se mantem firme, fechando SERET, agências do Banco do Brasil, Banco do Nordeste, dentre outros.

“Desde janeiro estamos tentamos uma negociação. Já participamos de várias audiências e até agora nada. Nenhuma proposta decente. A proposta do patrão é de 0%. Entramos em greve pela falta de atendimento por parte dos empresários do Setor de Vigilância e Segurança Privada do estado de Rio Grande do Norte”, reclamou o presidente do Sindsegur.

Além do reajuste salarial, o Sindicato pede assistência aos trabalhadores que foram contaminados pela Covid-19 no Estado e respeito pela categoria que foi considerada categoria essencial, mas que na prática, não tem este tratamento.

Fonte: Confederação Nacional dos Vigilantes – CNTV

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